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A osteoporose é uma doença que acomete mais de 2 milhões de brasileiros. Incidente principalmente entre idosos e mulheres depois da menopausa, a moléstia afeta a renovação da camada óssea, tornando o esqueleto mais frágil. As consequências são fraturas e luxações frequentes, que afetam drasticamente a qualidade de vida.

Em abril de 2018, a Food and Drug Administration, agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA, fez do Crysvita (burosumab-twza) o primeiro medicamento aprovado para tratamento de hipofosfatemia ligada ao cromossomo X (XLH), destinado a crianças com 1 ano ou mais de idade, bem como para adultos. A aprovação feita à Ultragenyx Pharmaceutical Inc para manipulação do medicamento se dedica ao combate da forma rara e hereditária de raquitismo, provocada pelos baixos níveis de fósforo no sangue.

Segundo as mais recentes pesquisas da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 17 milhões de brasileiros sofrem com doenças coronarianas. Dentre eles, os casos de insuficiência cardíaca tem número menos alarmante: já passam de 3 milhões. A maior parte desse leque de doenças, no entanto, tem tratamento e pode ser prevenida. E o combate acaba de ser reforçado com a chegada de um novo medicamento no mercado nacional. Trata-se da INSPRA, comprimidos a base de eplerenona para uso oral.

Em julho deste ano, a Food and Drug Administration (FDA) - agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA - aprovou, pela primeira vez, um tratamento direcionado a pacientes com Leucemia Mieloide Aguda (LMA) reincidente ou refratária que apresentam uma certa mutação genética. O tratamento, feito com comprimidos de Tibsovo (ivosidenib), da Agios Pharmaceuticals, é pioneiro em relação à classe dos inibidores IDH1, atuando para detecção e atuação nas mutações específicas no gene.

Após rigorosos testes, a Food and Drug Administration (FDA), agência federal do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, emitiu a aprovação do Harvoni (ledipasvir e sofosbuvir) para o tratamento ao vírus da hepatite C (VHC), em adolescentes com idade igual ou superior a 12 anos. As exigências ao tratamento com o medicamento da Gilead Sciences se restringem ao peso do paciente, ao menos 35 Kg, e aos genótipos 1, 4, 5 ou 6 do VHC - sem cirrose ou com cirrose leve.

O Strensiq (alfa-asfotase) é um medicamento de reposição enzimática usado no tratamento da hipofosfatasia - um distúrbio genético raro, causado pela deficiência de uma enzima que ajuda o corpo a processar cálcio e fósforo. Isso leva ao crescimento e desenvolvimento anormal dos ossos e dentes, além de ossos moles ou quebradiços, problemas de crescimento e perda de dentes.